A Aldeia de Stonetop
Tamanho aldeia (~300 almas)
População +0
Prosperidade +0
- Comércio com...
- Cava de Gordin (metal, ferramentas)
- Beira-Brejo (tecidos, ervas, vidro)
Recursos
- Lavoura (feijão, batata, aveia, cevada)
- Caça/armadilhas (pele, carne, couro)
- Destilação (uísque)
- Pedra (tirada da Muralha Velha)
- Cisterna (cheia de chuva e neve)
- Artesãos (parteira, oleiro, taberneiro, ferreiro, curtidor)
- Dois cavalos de tração, dois arados de ferro, duas carroças, um carroção
Defesas +0
- Milícia da aldeia
- A Muralha Circular (baixa, de pedra)
- Três torres de vigia
- Lanças e escudos em cada casa
- Alguns arcos
Uma aldeia agrícola na borda leste das Planícies As Planícies, num penhasco com vista para a Grande Mata A Grande Mata. Um grande megálito gravado com runas se ergue em meio a um aglomerado de casas baixas de pedra, cercado por um arco de terras de cultivo.
Os PJs chamam esta aldeia de lar. É uma comunidade unida, pobre, mas um bom lugar para se viver. Espera-se que cada um faça a sua parte, mas poucos julgam mal quem sofre um infortúnio. A aldeia se une; sua comunidade é sua força.
Lugares
- A Pedra tem bem mais de 15 metros de altura e é gravada com runas apagadas. Parece ser ainda mais antiga que as ruínas dos Construtores Os Construtores sobre as quais a aldeia foi fundada. Quando as tempestades chegam, os raios atingem a Pedra repetidas vezes.
- A Cisterna é uma câmara subterrânea, claramente um artefato dos Construtores. Os moradores a enchem com chuva, neve e água do Riacho O Riacho.
- A taberna é um salão grande, onde as pessoas se encontram depois do pôr do sol para beber e conviver. Ela oferece espaço no chão para viajantes e um pequeno estábulo sob o mesmo teto. Os cavalos da aldeia ficam aqui.
- O celeiro é um armazém construído sobre uma fundação de ruína dos Construtores. Os alimentos são guardados aqui. Todos contribuem, todos compartilham.
- O pavilhão dos deuses é uma construção a céu aberto com santuários a Aratis Aratis, a Guardiã da Lei, Danu Danu, a Mãe Terra, Helior Helior, o Traz-o-Dia, Tor Tor, o Traz-Chuva e talvez outros. É o mais perto de um templo que Stonetop tem.
- A Muralha Circular é uma cerca de pedras de campo na altura da cintura, com 60 a 90 centímetros de espessura. Ela não vai deter saqueadores de verdade, mas dá um pouco de cobertura se preciso. As casas para além dela são mais novas, construídas por imigrantes ou famílias jovens.
- Torres de vigia se erguem ao longo da Muralha Circular, com uns 4 metros de altura. Uma ao norte, uma a sudeste, uma a sudoeste. Os moradores se revezam na vigia à noite.
- Uma trilha em ziguezague desce o penhasco até o Riacho O Riacho e a Grande Mata A Grande Mata. Subi-la leva de 10 a 15 minutos, mais com carga pesada.
- Os campos se estendem em volta da aldeia, num total de cerca de 400 hectares. Um terço da terra fica em pousio a cada ano, e no resto se cultiva cevada, aveia, feijão e batata. Os agricultores trabalham os campos em comum, não em lotes familiares.
- A Muralha Velha circunda os campos, a cerca de um quilômetro e meio da própria Pedra e no fim da Estrada Oeste As Estradas dos Construtores. Claramente foi um dia uma muralha poderosa; hoje está desabada e soterrada pelas eras. Quando os moradores precisam de pedra para construir, eles a escavam da muralha velha e a levam de volta para a aldeia.
Perguntas
- Qual é a sua história favorita sobre como a Pedra surgiu?
- De que pequena forma os moradores interagem com a Pedra no dia a dia?
- O que as runas da Pedra fazem você lembrar?
- O que os estudiosos do Sul afirmam sobre a origem da Pedra? Por que você acha que isso é bobagem?
- Como é a entrada da Cisterna? Um muro baixo de pedra? Uma construção sobre um poço aberto? Uma fenda na terra? Ou o quê?
- Alguém já desceu na Cisterna, que você saiba? O que dizem que essa pessoa encontrou?
- Como é a disposição da taberna? Qual é o móvel mais marcante?
- Onde as crianças mais gostam de brincar?
- Para onde os adolescentes escapam para namorar?
Impressões
Sempre
- O ar: formigante, com leve cheiro de ozônio
- Pessoas e bichos: impassíveis diante de ruídos altos
- Vozes: sempre um pouco mais altas
- Galinhas, cabras, ovelhas, porcos, gatos, cães: por toda parte, no meio do caminho, balindo, latindo, cacarejando
- Crianças: brincando, chorando, gritando, fazendo recados, cumprindo tarefas
- Gente em volta da Cisterna: fofocando e conversando
- A taberna: música, canto, dança, conversa
Atividades
- Cozinhar, moer grãos, assar pão
- Fiar, tecer, costurar, fazer artesanato
- Derreter gordura, fazer óleo e velas de junco
- Limpar currais, galinheiros, casas, roupas
- Buscar e carregar água, de ida e volta à Cisterna
- Forjar, curtir, fazer cerâmica, partejar
- Manutenção (construções, roupas, ferramentas etc.)
- Guarnecer as torres de vigia à noite
- Treinar com lança e escudo
Primavera
- Pingo, pingo, pingo da neve derretendo dos telhados, juntando-se em jarros e poças
- Cheiro de terra molhada numa brisa vinda do sul
- Um verde esperançoso brotando em meio ao capim e ao solo marrom-morto
- Pele nua se deliciando no sol ainda frio; vozes alegres; sorrisos e canções
Atividades
- Colher as batatas de inverno
- Espalhar sementes, plantar feijão/batata
- Gradear o solo (para cobrir sementes e plantios)
- Espantar os pássaros dos campos (trabalho de criança)
- Espalhar esterco e arar os campos em pousio
- Fazer parir cabras e ovelhas
- Colher os legumes de primavera
- Limpar e plantar as hortas
- Recolher/cortar lenha caída
- Armar armadilhas para peles, caça leve (por carne)
Perguntas
- Do que você mais gosta em cada primavera?
- Que ritos precedem o plantio dos campos?
Verão
- Sol ofuscante lá fora, escuridão de caverna lá dentro
- Lavouras balançando e ondulando na brisa
- Vaga-lumes como galáxias sobre os campos ao anoitecer
- Nuvens escuras de tempestade se armando ao sul, roncando, relampejando
- CRAC-BUM do trovão, clarão ofuscante quando o raio toca a Pedra Atividades
- Fazer feno (do capim das Planícies, dos campos em pousio)
- Capinar lavouras/hortas
- Espalhar esterco e rearar os campos em pousio
- Desmamar cabritos e cordeiros
- Ordenhar cabras, tosquiar ovelhas
- Colher os legumes de verão
- Colher frutinhas nas hortas e na Mata
- Caça/armadilhas leves (por carne, não por pele)
Perguntas
- Que projeto você vem adiando e espera concluir neste verão?
- Como a aldeia celebra o solstício de verão?
Outono
- Lavouras pendendo pesadas de grãos, a Grande Mata em chamas de cor
- Canto de trabalho, gritos e risadas, grunhidos de esforço
- Bochechas coradas, respiração visível no ar da manhã
- Chuva fria e constante
Atividades
- Colher feijão, cevada, aveia, batata
- Respigar os grãos caídos nos campos (trabalho de criança)
- Debulhar, joeirar, peneirar e guardar a colheita
- Arar os pousios e plantar as batatas de inverno
- Colher e conservar os legumes de outono
- Cruzar cabras e ovelhas
- Buscar nozes e frutas na Mata
- Caça/armadilhas intensas (pele e carne)
- (Se possível): tirar madeira dos Contrafortes Os Contrafortes
Perguntas
- Qual é a sua comida ou bebida favorita de outono?
- Como a aldeia comemora a colheita?
Inverno
- Telhados cobertos por grossos cobertores brancos
- Trilhas pisoteadas na neve, marrons e cinzentas
- Mantos apertados contra um vento cortante
- Famílias reunidas ao redor da lareira, mãos ocupadas com tarefas de dentro de casa
- Cheiro de fermento da cevada fermentando
Atividades
- Recolher neve para a Cisterna
- Destilar e envelhecer uísque
- Cuidar do rebanho, estocar esterco
- Armadilhas intensas (por pele)
- Caçar quando possível (por carne)
- Abater/carnear animais conforme a necessidade
Perguntas
- Qual é a pior/melhor parte dessas longas noites frias?
- Como os moradores marcam o solstício de inverno/o ano-novo?
Nomes
Galeses e inspirados no galês: Aderyn, Aeronwen, Afanen, Afon, Alun, Andras, Aneirin, Awstin, Bedwyr, Berwyn, Betrys, Braith, Briallen, Bronwen, Bryn, Cadi, Cadoc, Cadwygan, Caron, Cefin, Ceinwen, Ceridwyn, Cerys, Colwyn, Deiniol, Dilwen, Dylis, Eifion, Eirlys, Eluned, Emrys, Enfys, Eurwen, Gaenor, Garet, Gethin, Glyndir, Heledd, Hywel, Ifan, Iorwerth, Iwan, Leuca, Lewela, Linos, Mado, Maldwyn, Malon, Mared, Marged, Martyn, Meirion, Menwen, Mererid, Neirin, Nia, Ofydd, Olwyn, Owain, Padrig, Parry, Pryce, Pryder, Rheinal, Rhisiart, Rhosyn, Rydderch, Sawyl, Siana, Sioned, Talfryn, Tegid, Tiwlip, Tomos, Tudyr, Winifred, Yorath.
Gente
Cerca de 300 almas vivem em Stonetop, ou umas 50 famílias. Todo mundo conhece todo mundo, pelo menos de nome e de reputação. A maioria das famílias está aqui há muitas gerações, ligadas por parentesco e casamento.
A aldeia sustenta apenas alguns artesãos em tempo integral: um ferreiro, um curtidor, um oleiro, uma parteira e um taberneiro. (5 almas, mais 5 a 10 ajudantes/aprendizes)
- Caçadores e armadilheiros percorrem a mata em busca de carne e pele, e também colhem frutas, legumes, cogumelos e madeira aproveitável. Os armadilheiros produzem boa parte da riqueza da aldeia, mas os caçadores vão mais longe e têm mais prestígio. (10 a 20 almas)
- Agricultores trabalham os campos, produzindo os alimentos básicos da aldeia. Trabalho duro e físico. A maioria pratica ofícios “menores” por fora, como carpintaria, cantaria, cobertura de telhados, criação de animais, destilação etc. (~75 almas)
- Donas e donos de casa mantêm a aldeia funcionando. Eles cozinham, limpam, cuidam das hortas, fiam, tecem, semeiam, cuidam das crianças, praticam uma dúzia de ofícios menores e, no mais, tocam a casa. Cada família pode ter 2 ou 3 deles, de gerações diferentes. (~100 almas)
- Anciãos se aposentaram dos campos ou do rigor do trabalho doméstico, mas ainda ajudam como podem. Muitos ainda servem à aldeia como guardiões do saber e da sabedoria. (~25 almas)
- Crianças brincam, aprendem e crescem. Elas também ajudam nas tarefas, cuidam dos animais, espantam pássaros dos campos, catam coisas perto do Riacho, carregam água, cuidam das crianças menores e assim por diante, ganhando cada vez mais responsabilidades conforme crescem. (~100 almas)
Lar e lareira
As casas são baixas e atarracadas, feitas de pedra da Muralha Velha. Os telhados são cobertos com palha de cevada. Cada uma é aquecida por uma lareira central. A maioria tem um pequeno porão, um tear de pé, uma hortinha e currais para os animais (dentro e fora).
As famílias passam as casas de geração em geração. Famílias maiores podem ocupar dois ou até três prédios vizinhos. De vez em quando, casas novas são construídas logo do lado de fora da Muralha Circular.
Quem cuida da casa mói o grão com mós de mão (já que a aldeia não tem moinho) para fazer pão achatado, mingau, ensopado, cerveja e mosto de uísque. Recolhem água da chuva em vasilhas de barro ou tiram água da Cisterna. A lavagem de roupa acontece lá embaixo, no Riacho O Riacho, mas as pessoas raramente vão sozinhas.
As roupas são quase todas de couro, pele e lã fiada à mão. Cintos, bolsas, torques e broches são comuns. Os sapatos são cortados de peças únicas de couro, com abas que envolvem os pés, amarradas numa sandália ou num escarpim simples. Para fazer “botas”, as pessoas acrescentam meias grossas de lã, talvez forradas de pele.
A madeira é relativamente escassa. Por causa do Pacto A Grande Mata, os moradores não derrubam árvores vivas da Grande Mata. As pessoas recolhem madeira caída para lenha e projetos menores, e cultivam mudas em volta dos campos e da Muralha Velha para lanças, arcos e flechas. Construções grandes exigem trocar por madeira ou fazer uma expedição de corte nos Contrafortes Os Contrafortes.
- Onde ___ mora?
- Em que tarefa ou serviço você está trabalhando?
- O que há de melhor/pior nessa tarefa?
- O que está cozinhando na lareira?
- O que aqui faz o lugar parecer um lar?
- O que você mudaria na sua casa, se pudesse?
Comércio e trocas
A economia de Stonetop se baseia em cooperação e partilha, comércio e escambo, presentes e favores, dívidas e honra. “Lojas” não existem, e os preços não são fixos. Moedas raramente são usadas entre vizinhos; isso é coisa para forasteiros e mercadores de passagem. As colheitas dos campos vão para o celeiro, para serem racionadas entre as casas.
Cada família cuida da própria horta (legumes, abóboras, frutas e ervas) e dos próprios animais (galinhas, cabras, ovelhas, alguns porcos).
As pessoas praticam ofícios em tempo parcial (fiar, tecer, costurar, trabalhar couro, cobrir telhados, carpintaria, destilar uísque, cantaria, criação de animais etc.). Os vizinhos trocam bens e favores livremente, sem muita preocupação se a troca é “justa”. Se você precisa de uma coisa que alguém não está usando, essa pessoa provavelmente deixa você pegar emprestado ou até ficar com ela. Talvez você ajude a consertar o telhado dela no mês que vem, ou seu marido mande uma jarra da próxima fornada de uísque.
Caçadores, armadilheiros, coletores e artesãos em tempo integral costumam compartilhar livremente suas habilidades e seus produtos, assim como os agricultores compartilham as colheitas.
Ainda assim, eles com frequência são cobertos de presentes de gratidão de outras casas, e todas essas funções trazem respeito e prestígio na aldeia.
Mercadores passam por aqui ao menos uma vez por estação (exceto no inverno). Os que vêm de Beira-Brejo Beira-Brejo trazem tecidos, corda, sal, ervas, vidro e artigos mais finos de Lygos e do Sul Lygos e o Sul. Os que vêm da Cava de Gordin A Cava de Gordin trazem metais, ferramentas e, às vezes, madeira. Ambos têm muito interesse em uísque e peles. Mercadores que seguem para a Cava de Gordin sempre se interessam por grãos e animais.
- Que tipo de animais a sua casa cria?
- Do que você (ou sua família) mais se orgulha na horta?
- Quem ensinou você a ___?
- Quem na aldeia é o melhor tecelão/carpinteiro/___?
- Quem na aldeia tem fama de preguiçoso?
- Quem costuma cuidar do comércio com os forasteiros?
Uísque
Destilar uísque é uma tradição local. A maioria das casas tem um alambique simples e faz uma ou duas fornadas por ano. Fermenta-se um mosto de cevada, destila-se numa aguardente e envelhece-se por algumas semanas numa jarra de cerâmica com lascas de madeira tostada. E repete. Uns poucos moradores (o taberneiro, quem sabe?) têm produções maiores, com barris ou barricas de madeira queimada.
O uísque de Stonetop é uma mercadoria muito valorizada, um dos principais produtos de exportação da aldeia. Os segredos de sua produção são pouco compreendidos fora daqui, e mesmo quem emigrou teve dificuldade de reproduzi-lo em outros lugares.
- Quem na aldeia faz o melhor uísque?
- Segundo a tradição local, de onde veio a arte de destilar uísque?
- Por que você acha que os forasteiros não conseguiram reproduzir esse processo?
- Que ingrediente/etapa secreta diferencia o uísque seu (ou da sua família)?
Governo
Stonetop não tem governo, só lideranças.
Todo mundo sabe quem são: os sábios, os astutos, os corajosos. Não é uma coisa formal.
- Quando é preciso tomar decisões importantes, como a aldeia as toma? (Uma grande assembleia? Um conselho de anciãos? Ou o quê?)
- Quem raciona as colheitas guardadas no celeiro?
- Quem os agricultores seguem?
- A quem quem cuida das casas dá ouvidos?
- Quem os caçadores/armadilheiros respeitam?
- A quem as pessoas recorrem para resolver disputas/separar brigas/lidar com encrenca?
- Que consequências são tradicionais para mentira/roubo/agressão/assassinato etc.?
Defesa
Espera-se que os adultos capazes saibam lutar e proteger a aldeia quando preciso. Todos guardam uma lança, um escudo redondo de madeira e, talvez, um arco.
As pessoas se revezam na guarda, guarnecendo as torres de vigia todas as noites. As principais preocupações são os monstros da Grande Mata A Grande Mata, sobretudo os crinwin Crinwin, e os bandidos As Planícies ou o Povo das Colinas O Povo das Colinas vindo das Planícies As Planícies para saquear. Na maioria das noites, porém, o pior com que se tem de lidar é o tédio, o nervosismo e o mau tempo.
- Quem conduz os treinos da milícia? Onde eles costumam treinar?
- As torres de vigia sempre estiveram ali, ou são coisa recente?
- Como os turnos nas torres são distribuídos?
- Qual é a pior parte da vigia?
- E qual é a melhor?
- Como você se mantém acordado?
- Como quem está de vigia avisa que há encrenca?
Cultura e tradição
Stonetop fala a mesma língua de Beira-Brejo Beira-Brejo, embora os sotaques sejam bem distintos. Boa parte do saber é transmitida oralmente, por histórias, canções e poemas.
As decorações locais lembram as runas gravadas na própria Pedra e os desenhos encontrados nas ruínas dos Construtores com que a aldeia foi erguida.
Tor (Fazedor de Chuva, Nuvem de Trovão, Matador de Feras, Tor, o Traz-Chuva) é o deus mais popular, associado à própria Pedra. O pavilhão dos deuses também abriga santuários a Aratis Aratis, a Guardiã da Lei, Danu Danu, a Mãe Terra, Helior Helior, o Traz-o-Dia e talvez a outros deuses ou espíritos locais.
- Que roupas/marcas/traços são característicos do povo de Stonetop?
- Que jogo/passatempo/tradição é exclusivo de Stonetop?
- Qual é a sua história favorita do passado de Stonetop?
- Qual é a história mais assustadora que os anciãos contam?
- Qual é o jeito mais evidente pelo qual os moradores honram Tor?
- Como as pessoas marcam ou celebram um nascimento?
- Como as pessoas marcam a maioridade de alguém?
- O que as pessoas fazem com os mortos?
- As pessoas reverenciam/reconhecem algum espírito local (da casa ou da lareira, do campo ou do riacho, dos antepassados etc.)? De que forma?
Ganchos
- Dois jovens querem se casar, apesar das objeções (de um?) dos pais
- Ferramentas deixadas do lado de fora sumiram; agora começam a desaparecer coisas de dentro das casas
- Um morador mata outro quando uma discussão acalorada sai do controle
- Um bando de estorninhos e um grwgnach Os Espíritos do Ermo tornam o plantio de primavera impossível
- A seca Tor, o Traz-Chuva atinge a terra, ameaçando ruína e desastre
- Um mercador com quem os PJs contavam não aparece
- Bandidos As Planícies ameaçam queimar as lavouras se não receberem tributo
Mistérios
Os itens a seguir cabem a você e à sua mesa decidir.
A Pedra
De onde veio a Pedra? Por que ela atrai raios do céu? Quem entalhou as runas antigas nela, e o que elas significam? Que outros segredos ela guarda? Talvez a Pedra…
- seja um fragmento de poder primordial Poderes Primordiais, um dia reverenciado pelos Construtores;
- marque o próprio túmulo de Tor Tor, o Traz-Chuva;
- tenha sido talhada do Punho de Tor As Montanhas Presa-Branca e posta aqui pelo próprio deus;
- sejam os restos petrificados da Colhedora de Tempestades A Torre em Ruínas;
- prenda uma emanação das Coisas de Baixo;
- canalize os raios para alimentar um artefato bem abaixo da aldeia;
- tenha sido trazida até aqui pelos Senhores da Tempestade Os Senhores da Tempestade, de muito além de terras e mares;
- seja alguma combinação do acima; ou
- seja algo completamente diferente.
A Cisterna
O que há lá embaixo, afinal? Para que os Construtores Os Construtores a ergueram? Talvez…
- ela se conecte a um complexo de câmaras e túneis;
- alguma coisa maligna durma na água;
- ela esconda um arcano, como uma variante das Runas da Preservação As Runas da Preservação ou da Proteção das Águas Paradas A Proteção das Águas Paradas;
- seja só um grande reservatório para guardar água (os Construtores também precisavam beber);
- seja alguma combinação do acima; ou
- seja algo completamente diferente.
Ruínas do passado
O que era este lugar, no tempo dos Construtores? Talvez fosse…
- um forte de fronteira dos Senhores da Pedra Os Senhores da Pedra;
- um entreposto comercial dos Senhores Verdes Os Senhores Verdes, de antes de os Fae Os Fae se rebelarem, onde eles negociavam com outros Construtores;
- um posto avançado dos Senhores da Tempestade Os Senhores da Tempestade, vigiado pela Colhedora de Tempestades A Torre em Ruínas e pela torre dela antes que caísse em ruínas;
- uma cidade livre e um mercado, aonde os vários Construtores vinham comerciar e aprender;
- um lugar de peregrinação dos Construtores, um templo a quaisquer deuses ou poderes que reverenciassem;
- alguma combinação do acima, talvez mudando com o tempo; ou
- algo completamente diferente.
A resposta deve refletir outros detalhes e se refletir neles. Se este foi um forte de fronteira dos Senhores da Pedra, então pedaços da Muralha Velha poderiam ser encontrados ao pé do penhasco, lá embaixo na Grande Mata. Se foi um posto avançado dos Senhores da Tempestade, então as pedras da Muralha Velha trariam entalhes como os da Torre em Ruínas A Torre em Ruínas.
Origens
A aldeia está aqui há pelo menos uma dúzia de gerações, mas as verdadeiras origens de seu povo estão envoltas em mistério e em histórias populares contraditórias.
De onde veio o povo de Stonetop?
O que os levou a se estabelecer aqui? Talvez fossem…
- súditos da Colhedora de Tempestades A Torre em Ruínas, que fugiram para cá quando a torre dela caiu;
- servos libertos dos Senhores da Pedra Os Senhores da Pedra e refugiados dos Construtores de Túmulos Os Construtores de Túmulos;
- migrantes do leste do Rio do Pavor O Rio Pavor, parentes distantes dos habitantes do Manmarch (A Marcha Norte e A Marcha Sul)
- migrantes de além dos Picos Huffel Os Picos de Huffel, que fugiram dos mares ferventes e encontraram amparo aqui;
- um povo fora do tempo e do espaço, que emergiu do portal sob a Torre em Ruínas A Torre em Ruínas;
- alguma combinação do acima; ou
- algo completamente diferente.